domingo, 9 de janeiro de 2011

Lanvin for H&M - outra opinião

Minha amiga Glorinha estava em Novembro na cidade Luz, e de lá pode presenciar o lançamento da tão esperada coleção de Alber Elbaz para a H&M, que pelo visto acabou sendo como qualquer outra super-coleção para uma rede fast-fashion: a rede acaba não se preocupando tanto com a qualidade dos tecidos e o comprador (deslumbrado) leva a pior... 

"[...] Assim mesmo peguei um vestidinho, entrei na cabine e experimentei para conferir. O vestido é bonito, mas o tecido é bem fracote. Aquele estampado, de babados, então (que vimos na publicidade antes do lançamento), é feio de doer; parece feito de nylon crepom (não sobrou nenhum na loja para contar história).

A mulherada se joga com tudo e leva. chegando em casa a coisa vai ser outra. Parece que o índice de devolução nas semanas seguintes dessas coleções é altíssimo"

Mas as bolsas.... São fofas!


Sinceramente, eu entendo a proposta das lojas fast-fashion de não investirem tanto na qualidade de acabamento e tecido (embora depois de uma boa procura você encontra peças incríveis e com ótima qualidade); o absurdo é - em especial aqui no Brasil - que algumas acabam cobrando preços abusivos como se fossem "lojas normais" (com bons cortes e bons tecidos). E quando a proposta é trazer uma marca, um nome, de peso, sempre deveria ser interessante investir no tecido, corte, acabamento, lógico que não terá a qualidade "original"
O retorno das clientes vai ser sempre maior se o investimento em tecido seja maior (independente de collections ou não), procurar alternativas a partir de tecidos baratos e bons é sempre possível e viável, basta querer.

Para ver o post da Glória Kalil clique!

Um comentário:

itscaah disse...

Eles não deviam se preocupar só em fazer algo bonito, mas também em fazer algo que dure e seja bom porque ninguem merece comprar aquele vestido lindo e o tecido não valer nada.
Beijos
@fashionspace_