domingo, 29 de maio de 2011

Crônicas de Viagem: Ny - Chegando...

Você achando que eu ia dar o balão em vocês de novo, né? (de novo porque eu fui ao Rio em fevereiro e nem escrevi nada, mas isso é outra história) Pois dessa vez eu estou aqui para contar sobre as empreitadas do Canto Perdido em terras gringas. Estreando uma tag nova, chamada......



Nunca me imaginei indo aos Estados Unidos; quando você é pré-adolescente acaba exagerando, liga uma imagem negativa a todo um grupo, e respirando fundo diz: "eu nunca irei a um lugar como esse". Mas como todo mundo já deve estar acostumado... nunca diga nunca! Depois crescendo, estudando um pouco, se aprende a separar as coisas, começa a compreender como o mundo gira e isso lhe dá espaço para mudar as suas opiniões... Pois quem diria, minha segunda viajem internacional foi a Nova York e não as antigas terras européias como eu imaginaria a uns 7 anos atrás.
A idéia da viajem não partiu espontaneamente de mim, meus pais já haviam ido ano passado com meu irmão,  meus tios e primo em um tour que incluía Canadá e Estados Unidos e decidiram que  queriam passar mais tempo em Nova York (na excursão eles teriam apenas 2 dias e ainda estenderam por mais 2 ou 3). Nunca iria imaginar que iriam, no ano seguinte, planejar voltar, mas foi isso que aconteceu. E lá foi Hannah de tradutora (fica a dica para os futuros pais: não querem ou não tem mais paciência para aprender uma língua? Coloquem seus filhos para aprendê-la e leve-os de tradutor em suas viagens! Não é uma brastemp*, mas economiza tempo lendo aqueles livrinhos de frases prontas que no final ninguém usa); mas detalhe, eu estava a séculos sem ao menos pensar em inglês, deu muito medo de "travar" na hora. No final, deu tudo certo, com direito a não entender o que o comissário de bordo falou comigo na volta (tô brincando, eu fico um pouco surda com a pressão do ar durante o voo).

Mas vamos começar falando da viajem de avião e a chegada ao Hotel...

Como não tem vôos diretos da Recife para Nova York pegamos um que vinha de Salvador para Miami e de lá partiríamos depois de umas 2 horas de espera para a grande maçã. Meu pai adorou Miami sem nem ao menos ter pisado na cidade pelo simples fato de lá se falar muito em espanhol e as pessoas serem bem prestativas – até mesmo quem não falava em espanhol parecia sempre querer ajudar. O aeroporto é lindo e gigantesco (tome cuidado para não ir para a direção errada e quando se der conta estar muito distante do seu portão de embarque)
Quando partimos para Nova York já estava escuro, quando descemos da aeronave já passava da meia-noite e enfrentamos nosso primeiro problema... Transporte! Não querendo nos aventurar nos taxis decidimos pegar um ônibus especial do aeroporto para a cidade. O aeroporto de La Guardia, infelizmente, não tem metrô. Ficamos então do lado de um ônibus que tinha a plaquinha “comece a fila aqui, ônibus de 10 em 10 minutos” junto com uma senhora e um jornalista texano grandalhão, até que do nada um rapaz entra no ônibus, liga-o e vai indo embora... “Noooooo!!” gritamos todos e ele informou que aquela hora não tinha mais ônibus especial que devíamos pedir informações para..... ele virou a cabeça para os dois lado e não tinha ninguém. A velhinha saiu resmungando e o texano veio nos perguntar a onde iríamos e sugeriu rachar um taxi, fiquei relutante, traduzi aos meus pais que com uma cara de “e agora?” aceitaram, mas ele já estava indo em outra direção e quando volta vem com um senhor com traços hispânicos que se dizia um taxista, faria um preço feliz e antes de qualquer resposta... pegou minha mala e saiu arrastando.............. para o estacionamento?! O “taxi” era uma espécie de van “This is not a taxiconstatei o óbvio ao grandalhão que começou a rir. 
Foram momentos de tensão, eu cheguei a acreditar que era o fim da viajem ali, nossas malas seriam roubadas, nosso dinheiro despareceria... seriamos seqüestrados pelo taxista de sotaque engraçado e o texano tagarela. Mas depois de alguns metros, o taxista começou a me mostrar e explicar a cidade como andar e como não andar, tomar cuidado com os ladrões, etc. Percebi que ele era só mais uma pessoa que tentava ganhar o seu dinheirinho, viver nos Estados Unidos, e especialmente em Nova York, não é barato as taxas são altíssimas e de preços um pouco díspares que lhe fazem refletir um pouco sobre consumo – o que eu comia de café da manhã foi o preço de uma calça da Levi’s que eu comprei na Macy’s. 
T. o taxista fake, era super atencioso, nos mostrou o hotel onde foi filmado “Esqueceram de Mim 2” – que hoje para pagar as contas vendeu alguns apartamentos e tem uma parte condomínio –, a Times Square... Chegamos no Hotel, nos despedimos dos nossos novos amigos, logicamente pagamos T. com direito a gorjetinha... fizemos nosso check in às 1:20 da manhã... 
Fomos dormir moídos nas nossas gigantes cama de molas já planejando o que fazer no nosso primeiro dia em Ny...

Gostou do primeiro Crônicas de Viagem? 
Pois esperem que vai ter mais...

Vou lançar alguns poucos New York drops no Addict Girls, aguardem e fiquem de olho nos dois blogs. 

*não infelizmente a Brastemp não está patrocinando este post. (hahahaha)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Prometo...

...só postar quando for alguma coisa agora sobre a viajem, não vou mais enrolar. Meu tempo blogger será voltado para organizar o material para, finalmente, elaborar alguns posts para vocês.

Estou com uns projetos para organizar mais a imagem do Canto Perdido, falei com uns amigos da área de design, pedi (e já recebi) um desenho-base para um amigo ilustrador, vamos ter paciência... Quem sabe antes das férias de Julho? Tudo vai depender do meu tempo, a passos de formiga, e da disponibilidade de alguns amigos.

Ainda teremos - ainda este mês - alguns produtos prontos na página de Cadernos! (pronto, já não vou mais postar apenas sobre a viajem, mas é só isso, ok?)

Agradeço desde já a atenção e compreensão

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Para não reclamar de embalagem...





Para que comprar papel de presente se você mesmo pode fazer um bem lindo? A dica está no blog da LaPomme, loja virtual que traz à tona o conceito que cada cliente é único e trabalha com itens exclusivos em que você pode dar o pitaco (ver a HQ para entender melhor).